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2 de julho de 2018
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2 de julho de 2018

Presidente da Associação dos Arrozeiros de Alegrete, Fátima Marchezan participa do 15º Agrimark Brasil – Seminário Brasileiro de Marketing no Agronegócios

Qual o impacto das barreiras não tarifárias impostas pelos países do Hemisfério Norte no agronegócio brasileiro? O Brasil está capacitado para ampliar a competitividade do setor agrícola, melhorar a tecnologia e garantir uma agricultura cada vez mais sustentável? Estas e outras questões pautaram o debate entre instituições empresariais do agronegócio brasileiro e entidades setoriais do Rio Grande do Sul durante o 15º Agrimark Brasil, talk show que ocorreu no dia 26 junho (terça-feira), das 13h30min às 17h00, no Auditório da Emater/RS. O temário central do evento comandado pelo Instituto de Educação no Agronegócio (I-UMA) foi sobre os Desafios do Agronegócio Brasileiro em um Cenário de Mudanças e teve dois painéis de debates – Desafios para a competitividade do agronegócio e Desafios para a sustentabilidade do agronegócio, com cerca de uma hora de duração cada.

Entre os convidados desta edição o Presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Bráz Pereira, Economista Chefe da Farsul (Federação da Agricultura do Estado do RS), Antonio da Luz, o Head de Business Sustainability Latam da Syngenta, Valter Brunner, o Presidente da The Nature Conservancy, Antonio Werneck, organização não governamental que trabalha em escala global para a conservação do meio ambiente e Maria de Fátima Marchezan, Presidente da Associação dos Arrozeiros de Alegrete.

O primeiro painel ‘Desafios para a competitividade do Agronegócio’ propôs um debate a partir da discussão sobre barreiras não tarifárias impostas pelos países do hemisfério Norte ao agronegócio brasileiro, analisar as mudanças no framework regulatório que estão ocorrendo na Europa e nos EUA, suas oportunidades e dificuldades, e como essa modernização acontece no Brasil, no âmbito federal (marco regulatório, consultas públicas das agências regulatórias, reavaliações de produtos) e estadual.

Na sequência da programação o Agrimark tratou dos ‘Desafios para a sustentabilidade do Agronegócio’ com o objetivo de complementar o bloco anterior e propôs um debate sobre a evolução das práticas agrícolas no Brasil (Código Florestal e a recuperação de áreas nativas nas propriedades rurais, certificações, mudanças climáticas e agricultura de baixo carbono, novas tecnologias e agricultura de precisão) e analisar exemplos de iniciativas que estão sendo adotadas para aumentar a sustentabilidade do agronegócio, mostrando avanços e desafios.

O evento que teve como moderadora a jornalista Gisele Loeblein, colunista do agronegócio do Jornal Zero Hora, que proporcionou uma interlocução com autoridades do Governo Estadual, representantes de entidades setoriais, do sistema cooperativado, produtores rurais, pesquisadores e mídia especializada para tratar dos desafios e perspectivas para o setor.

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