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O que falaram Heinze e Mourão na Semana Arrozeira nesta sexta

O que falaram Heinze e Mourão na Semana Arrozeira nesta sexta

O senador Hamilton Mourão foi o primeiro chegar à Semana Arrozeira. Logo depois fpi a vez dp senador Luís Carlos Heinze.
Antes, foram saudados por apoiadores do evento.
Coube ao Presidebte da CAAL, José Alberto Ramos, fazer uma rápida retrospectiva da semana e os temas abordados, como meio-ambiente novas tecnologias, clima, lavoura e sustentabilidade. Ao mesmo tempo ressaltou ainda o nível dos painelistas, que encerra coma presençade dois senadores, os quais, Ramos disse ter esperança de garantia da moral e o patriotismo em seus mandatos.

PLANO SAFRA

Heinze, disse que ainda tem travado mais de R$ 20 bi da safra anterior. Para as culturas de inverno ainda não são recursos subsidiados e os juros são de mercado”.
O senador Heinze, disse que até agora ninguém sabe de preço mínimo para o próximo ano. “O gasto, com novo arcabouço fiscal, vai tirar recursos de todos os setores. Qual é a credibilidade do Brasil de hoje bo mercado?”, questinou.
Isto seria uma das dificuldades para planejar o ano que vem.
Já Mourão lembrou que o Governo Bolsonaro foi o único que o PIB cresceu. “O que o governo produziu até agora?”, questionou.

Com relação a carga tributária mais alta, e perspectiva de tirar a comletitividade, Mourão disse que o sistema atual tem muitos gargalos.
” Me preocupa é juntar num cesto e rompe o pacto federativo e, com certeza, vai aumentar para a agricultura. O arroz vai dobrar”, disparou.
São muitas legislações. É preciso diminuir a carga tributária.

Já o senador Heinze, disse que o atual estudo é comandado plr São Paulo, onde a indústria e ls bancos estão gostando, “então, é o agro quem vai pagar esta conta. Tem que ver que uma cesta básica custa ao trabalhador assalariado custa 30% de imposto. Isto é perverso”, enfatizou.

O senador Mourão ressaltou que o agro do RS é vencedor. Disse que tem uma visão macro. Junto com Heinze disse que estão atentos às invasões, e disse estar preocupado com a reforma tributária, que tende aumentar imposto para quem produz arroz.

Henrique Dornelles, ex Presidente da Federarroz, é o mediador do debate.

Heinze foi o primeiro a se pronunciar. “Todos sabem das dificuldades atuais. Dívidas. Elaboramos documento juntamente com o senador Mourão. Mas realço a diversidade das empresas e suas tecnologias”, ressaltou.

A perda de poder político do MDA, coloca a situação em situação preocupante.
Segundo Mourão, foram apresentadas muitas emendas no projeto de reestruturação dos Ministérios. A linha de atuação vai custar mais de R$ 4 bilhões ao ano.

Já sobre a segurança jurídica sobre o marco temporal haverá expropriação de terras sim. “Incrível, porque ninguém foi intimado pra se posicionar. O país está travado pelo MP. O STF queria mudar a Constituição. Não pode. Por isso, o Marco Temporal é impostante”, frisou.

LICENCIAMENTOS

O senador Luís Carlos Heinze disse que ainda falta regulamentar a questão açudes em APP. “Vamos mapear todos rios e arroios do RS”, pra podermos projetar os programas de irrigação. Segundo ele, a idéia é colocar a iniciativa privada para construir um sistema de contenção para barramento dos rios. Segundo ele, é importante para garantir água e produção.

Segundo Mourão, o problema é que o STF quer legislar o que é atribuição do Congresso.

ALEXANDRE DE MORAIS

 

Com relação entre STF e o Senado, segundo Heinze, há interesses tanto de Davi Alcolumbre, antes, quanto do Presidente Pacheco, e por isso, eles fazem o que bem entendem.
“Há vários projetos tramitando, para controlar, mas eu defendo é o impeachment do Ministro” disparou o senador Mourão.

CPI do MST

 

Segundo o Luís Carlos Heinze, hoje, 400 mil título de propriedade foram destinados por Bolsonaro. Temer mais 100 mil. “Mas ainda faltam 1 milhão de escrituras para serem destinadas legalmente”, ressaltou Heinze.
Mourão disse que “se o MST fosse de direita todos estariam presos por atos anti-democráticos”.

CPI DO 8 DE JANEIRO

Pessoas inocentes estão sendo enquadradas como terroritas, e os episódios serão esclarecidos, porque não podemos admitir que ladrões perigosos sejam soltos, bem como políticos corruptos absolvidos e empresários bandidos também, disse Heinze.

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