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Associação dos Arrozeiros de Alegrete contribui com informações para o Plano Energético do RS

Associação dos Arrozeiros de Alegrete contribui com informações para o                

                                             Plano Energético do RS

A entidade também propôs o plano de reestruturação das estradas rurais do município

 

Por solicitação do secretário de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, Lucas Redecker, a Associação dos Arrozeiros de Alegrete através de sua diretoria executiva, entregou nesta semana, um relatório contendo os principais gargalos referentes às falhas na distribuição da energia elétrica no município, para compor o Plano Energético do Estado.

Segundo o secretário Redecker, o objetivo do Plano é o de identificar os principais gargalos do setor e formas de enfrentar este problema, bem como projetar a demanda de energia para que a população do RS tenha um abastecimento continuado e de qualidade em longo prazo. “Quem regula e quem encaminha as políticas de energia elétrica é a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Nós buscamos um diálogo visando a parceria, para poder conduzir da melhor maneira possível os problemas relacionados à energia”, analisa  o secretário de Minas e Energia.

Para organizar o relatório, a diretoria da entidade alegretense convidou a Universidade Federal do Pampa, UNIPAMPA, através do Prof. Dr. Eng. José Wagner Kaehler, que comanda o Grupo de Pesquisa em Exploração Integrada de Recursos Energéticos –EIRE, que através de embasamento técnico, coletou informações para elaborar o documento.

Em sua essência, o relatório intitulado Prospecção Eletro – Energética no município de Alegrete, tem como base pesquisa de opinião realizada em eventos promovidos pela Associação dos Arrozeiros sobre as condições de prestação de serviço de distribuição de energia elétrica no meio rural, assim como visitas efetuadas em propriedades rurais que apontaram as deficiências de fornecimento de energia. O relatório também se cercou de outras fontes de informação do setor primário, como a da Associação dos Produtores de Gado  Leiteiro e Produtores de Leite – ACRIPLEITE. “A avaliação efetuada pelos integrantes deste grupo foi muito importante, pois são pequenos produtores e vem sofrendo fortes restrições pela concessionária de energia, avalia o prof. Kaehler.

Dentre as recomendações e orientações do relatório entregue na secretaria de Minas e Energia, está a implantação da Agência Nacional de Energia Limpa-ANGEL, que passaria a ser a responsável pelas ações de promoção do uso eficiente de energia elétrica e de promoção da exploração da exploração dos recursos energéticos renováveis. O titular da pasta elogiou a pró-atividade da entidade alegretense, que não só reuniu informações do setor orizícola como de outros setores do município. “Vocês conseguiram construir um plano que muitas vezes esperamos da prefeitura, câmara de vereadores e está muito completo”, finaliza Lucas Redecker.

O relatório também contou com o apoio da Fundação Maronna, União das Associações de Bairros – UABA, empresas de eletrificação rural de Alegrete e do eng. Agrônomo Leonardo Cera, na composição das coordenadas do setor Lácteo.

A comitiva de Alegrete entregou relatório ao secretário na última terça-feira, 06 de outubro, no Centro Administrativo Fernando Ferrari, em Porto Alegre, e foi composta pelos diretores da Associação dos Arrozeiros Fátima Marchezan e Gilberto Pilecco, Prof. José Wagner Kaehler, representando a UNIPAMPA e pela vereadora Iva Aquino.

 

Estradas Rurais – A comitiva também cumpriu agenda  na Secretaria de Transportes do Estado, onde entregou uma proposta para a reestruturação das estradas rurais da Fronteira Oeste. Como o titular da pasta estava com problemas de saúde, o grupo foi recebido pelo Secretário Adjunto dos Transportes, Humberto Canuso e pelo Engenheiro do DAER Richard Polo. O anteprojeto prevê a reestruturação, manutenção e conservação de alguns pontos críticos em vias importantes para o escoamento da produção do município e deslocamento de alunos dos Polos Educacionais em Alegrete. Além dos problemas logísticos, as estradas com falta de manutenção têm contribuído para o transporte de sedimentos e assoreamento de recursos hídricos. “Só estamos aguardando a avaliação do secretário Pedro para saber quais as possibilidades para a execução das obras, já que a proposta já tinha sido avaliada por ele durante a Semana Arrozeira como muito boa”. Avalia a Diretora Técnica da Associação dos Arrozeiros, Fátima Marchezan, dizendo ainda que com a proposta entregue, agora é preciso concentrar esforços para conseguir os recursos necessários para a execução do projeto piloto.

 

 

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