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DESAFIO NA GESTÃO DA AGROPECUÁRIA NA SAFRA 2015/16

O GOVERNO anunciou o Programa de Investimento em Logística, em 9 de junho último, que prevê o investimento de R$ 198,4 bilhões em infraestrutura; estima-se que R$ 69,2 bilhões serão investidos entre 2015 e 2018. Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, os objetivos desejados são aumentar a produtividade via modernização da infraestrutura do País e contribuir para a retomada do crescimento econômico. Embora o Programa aponte na direção correta, seu impacto na atividade econômica no curto prazo será muito pequeno. A tarefa de retomar o crescimento sustentado não passa apenas pelo ajuste fiscal, mas também por uma agenda ampla de aumento da produtividade da economia.

Enquanto isso, no contexto do ajuste fiscal, o governo federal anunciou o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2015/16, com redução no volume de recursos e aumento da taxa de juros para o crédito rural. Tanto no crédito para custeio, como naquele para investimento, o Governo aumentou o montante do crédito a taxa livre de mercado, com custo mais elevado.

Para financiar os custos da produção, a tendência será de tomada de crédito com mix entre as taxas controladas e as livres de mercado. O custo médio poderá chegar a 15% ao ano, o que significará uma taxa de juros real de 8,0% ao ano, no final da safra. Com os juros neste nível, o produtor deve evitar tomar crédito a taxa livre e, se possível, optar apenas pelo crédito a juros controlados, com taxa real mais baixa.

Para investimento, será mais fácil para o produtor tomar crédito a juros controlados. Nesse caso, a taxa real do financiamento poderá variar entre 0,9% e 2,8% ao ano, mais adequada à realidade do agronegócio.

O setor sucroalcooleiro observa um significativo aumento no consumo de etanol hidratado (20,1%, em 2014, e 32,6%, nos quatro primeiros meses de 2015). O vigor observado no consumo de etanol advém do aumento da oferta do produto, das alterações no regime do ICMS dos estados de Minas Gerais, Bahia e Paraná – o que beneficiou o uso de etanol hidratado pelo consumidor – e do retorno parcial da Contribuição para Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) sobre a gasolina no nível de R$ 0,22 por litro. No entanto, ainda falta uma política pública que permita a expansão em condições econômicas da produção e do consumo sustentáveis no futuro.

http://www.agroanalysis.com.br/materia_detalhe.php?idMateria=1968

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