
A 16ª Semana Arrozeira de Alegrete teve sua abertura oficial neste domingo com uma missa tradicional na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. A celebração, um marco na programação do evento, foi ministrada pelo padre Sílvio Quevedo e reuniu produtores e fiéis.
Durante o ato religioso, um momento de grande simbolismo marcou a fé e a solidariedade: sacos de arroz foram depositados aos pés do púlpito para serem abençoados. Esses produtos, posteriormente, serão doados a diversas instituições, uma iniciativa coordenada pela pastoral da juventude.

Em sua homilia, o padre Sílvio Quevedo enfatizou a importância do trabalho e da evangelização. “Agora é momento de trabalho e evangelização. É tarefa nossa de ser igreja. Nossa missão é missionária. Jesus não nos deixou órfãos. Temos que continuar esta missão dele que agora é nossa”, declarou o sacerdote, ressaltando o papel da comunidade na continuidade da missão de Cristo.

A missa incluiu momentos de oração específicos, como a invocação a Santo Isidro, protetor da agricultura, na primeira parte da celebração. Durante a eucaristia, uma oração especial exaltou a santa igreja. A caridade dos católicos foi invocada e a fé ratificada com a oração do Pai Nosso. O ato de comunhão foi acompanhado por um louvor, que encerrou a cerimônia de abertura da Semana Arrozeira.
Fé e Gratidão Marcam Bênção aos Arrozeiros
A abertura da 16ª Semana Arrozeira de Alegrete foi um momento de profunda fé e conexão com a terra, especialmente durante a tradicional missa na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. O padre Sílvio Quevedo, celebrante da ocasião, não apenas abençoou a safra, mas também enfatizou o período da novena de Pentecostes, conectando a fé à ações concretas.

Em um dos pontos altos da celebração, foi rezada uma oração especial dedicada aos arrozeiros. A prece ressaltou a fé inabalável e a energia que emana deste “milagre na terra”, reconhecendo o trabalho árduo e a dedicação dos produtores. Foi neste instante de reconhecimento e espiritualidade que os produtores receberam as bênçãos, um gesto simbólico de amparo e prosperidade para a safra que se inicia.
A cerimônia reafirmou a importância da fé e da união para o sucesso da atividade agrícola, tão vital para a região.