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Arroz é motivo de mobilização do agro durante cinco dias

Anfitrião do feijão no prato mais popular e mais consumido pelos brasileiros, o arroz é determinante para a economia gaúcha, e, principalmente à Alegrete. O Estado gaúcho é o maior produtor de arroz em casca do país, sendo responsável por mais de 70% da produção nacional, sendo fundamental na garantia da segurança alimentar do país.

 

A partir deste domingo, este produto será a pauta principal de um município que cultiva, vende e respira arroz. De acordo com informações da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), dos 497 municípios gaúchos, 205 dependem desse cereal em suas respectivas economias. Atualmente, o setor gera mais de 20 mil empregos diretos e envolve cerca de seis mil unidades produtivas.

 

Dentro de um contexto que sempre é pendular acontece mais uma Semana Arrozeira. Missa domingo, sessão especial na Câmara de Vereadores, na segunda-feira, e depois uma série de super painéis. A expectativa é muito grande neste ano, o segundo após a pandemia.

Não por acaso. Alegrete abre o período de programações sobre esta cultura no RS. Para um Estado que já produziu 1 milhão de hectares por safra, e que vê a queda acentuada de área, ano a ano, mas com aumento da produtividade, há o dilema anual da comercialização da safra e otimização do excedente.

 

Por isso mesmo, a pauta abrange desde a questão ambiental do planeta, passa pelo cenário da produção e comercialização, debaterá a segurança jurídica e encerra com o cenário político nacional.

Para uma lavoura que viu um aumento de 20% no custo dos da produção, devido aos fertilizantes que dobraram de preço, em um ano, tem agora, um produtor muito preocupado, não só com o custo, de diversas variáveis, o clima e o medo de saber o que pode acontecer contra o agro, por decisões governamentais e ratificações jurídicas contra quem produz no campo. Política tributária, taxa de câmbio, mercado latino e americano, logística e consumo interno, são alguns dos componentes que entram na mesa quando o assunto é arroz.

“Por isso que a cultura do arroz tem que estar ligada à rotação de culturas. Não basta ser apenas um produtor de arroz, mas sim de grãos. Quando ele realiza plantio em sua propriedade e destina de 40 a 50% de soja junto ao arroz, normalmente, alcança níveis maiores de produtividade, diminui a necessidade de controle de plantas invasoras, melhora a fertilidade e possui mais competitividade de mercado”, disse Alexandre Azevedo Velho, em entrevista neste ano, para o grupo RBS. Ele é um dos painelistas em Alegrete.

A entrada da soja em cada região, a cobertura vegetal das lavouras de verão para a pecuária no inverno, a própria produção e aumento da área do trigo, são alguns dos novos cenários que desafiam os produtores de todo o Estado, e, em especial em Alegrete.

 

Um olho no campo, outro na guaiaca, a produção cada vez mais sustentável, estratégias para manter os produtores rurais em suas atividades, em condições competitivas, fazendo o campo ter mais precisão e assegurando um ambiente social e econômico. Este é o sentido contemporâneo de quem produz, e assegura os movimentos em todos os níveis de uma comunidade.

Neste sentido, quem está no agro, sabe da maior responsabilidade de todas: continuar fornecendo alimentos às mesas dos consumidores. A administração de cada negócio está no detalhe e, cada vez mais, as margens são menores, o que nos obriga a ter maior eficiência e isso ocorre somente com uma gestão muito forte do processo produtivo.

 

O evento em Alegrete, tem uma programação de muita qualidade, com palestrantes renomados do setor. Engenheiros agrônomos, técnicos, pesquisadores e representantes das instituições de pesquisa, de ensino, da área financeira, além dos profissionais das principais empresas do setor do agronegócio estarão acompanhados de trabalhadores do campo. Eles vêm para a cidade para esta reciclagem e busca de novos conhecimentos.

QUEM SÃO OS PAINELISTAS

 

Luiz Carlos Heinze

Senador gaúcho, ex- deputado federal e ex-Prefeito de São Borja, tem ao longo das últimas décadas sido o maior porta-voz do setor do agro do RS. Não por acaso, ao longo de sua trajetória enquanto deputado federal foi sempre o mais votado do Estado, tradicionalmente ligado ao campo. Tem sido uma voz forte e ativa em defesa dos interesses nacionais, no combate à corrupção, e à defesa dos empresários e um nome forte dentro do Congresso, participando de CPIs estratégicas em defesa do país.

Identificado com a lavoura orizícola, onde é produtor, e, também aos demais segmentos do agro, é uma figura central dentro do debate do cenário político brasileiro, e tem a presença aguardada com muita expectativa, também pelo fato de ser da região, onde foi Prefeito em São Borja, na década de 1990.

 

Antônio Hamilton Martins Mourão

É um político brasileiro e general da reserva do Exército Brasileiro. Filiado ao partido Republicanos,[2] foi o 25.º vice-presidente do Brasil de 1.º de janeiro de 2019 a 1.º de janeiro de 2023 e atualmente é senador pelo Rio Grande do Sul.

Em 28 de fevereiro de 2018, após longa atuação na carreira militar — marcada pelo exercício de diversos comandos e algumas opiniões que suscitaram polêmicas — passou para a reserva remunerada.Em 5 de agosto, foi anunciado como candidato a vice-presidente da República, na chapa encabeçada pelo então deputado Jair Bolsonaro,sendo eleito ao cargo, em 28 de outubro daquele ano.Nas eleições de 2022, foi eleito senador pelo estado do Rio Grande do Sul.

Em pronunciamento público em uma obediência maçônica, o Grande Oriente do Brasil, em setembro de 2017, no Distrito Federal, afirmou que entre os deveres do Exército Brasileiro está a garantia do funcionamento das instituições e da lei e da ordem, e que se o judiciário não fosse capaz de sanar a política existente no país isso seria imposto pelo exército por meio de uma intervenção militar, que na visão dele estaria prevista na Constituição Federal de 1988.

 

Luiz Carlos Baldicero Molion

Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1969), PhD em Meteorologia, University of Wisconsin, Madison (1975), pós-doutorado em Hidrologia de Florestas, Institute of Hydrology, Wallingford, UK (1982) e foi fellow do Wissenschaftskolleg zu Berlin, Alemanha (1989-1990).[6] Foi por muitos anos pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais diretor da área de ciências espaciais e atmosféricas em 1985 e diretor associado em 1986, ano em que co-coordenou um projeto de pesquisa sobre a Amazônia em parceria com cientistas da NASA. Foi diretor da Fundação para Estudos Avançados no Trópico Úmido em Manaus, professor palestrante convidado da Western Michigan University de 15 a 30 de janeiro de 2001, e delegado do Brasil na 15ª reunião da Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial em 2010. É Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas.

 

Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz

Formado em direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), ingressou no Ministério Público Federal em dezembro de 1989, após ser aprovado em nono lugar no concurso público de provas e títulos para o cargo de procurador da República.

Em maio de 1996, foi promovido ao cargo de procurador regional da República, exercendo suas atividades perante o Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Em 2000, Lenz foi admitido pelo presidente Fernando Henrique Cardoso à Ordem do Mérito Militar no grau de Oficial especial.[1]

Em maio de 2001, foi nomeado por FHC, por Decreto (DOU, Seção II, 31/05/2001), ao cargo de juiz federal do TRF da 4ª Região, em vaga do quinto constitucional destinada a membro do Ministério Público, tendo sido empossado em 28 de junho do mesmo ano.

Foi eleito presidente do TRF da 4ª Região para o biênio 2017-2019 (que começou em junho), sucedendo o desembargador federal Luiz Fernando Wowk Penteado, que foi vice-presidente do mesmo Tribunal Federal para o biênio 2013-2015.

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, formou-se em 1985 na faculdade de Direito da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), com foco em direito processual civil, dando seguimento à longa tradição dos Thompson Flores nas carreiras jurídicas. Gaúcho nascido em Porto Alegre, foi eleito presidente do TRF-4 pelo plenário do tribunal para o biênio 2017-2019. Tem mais de 100 artigos escritos em publicações especializadas.

 

ALEXANDRE AZEVEDO VELHO

O atual PRESIDENTE DA FEDERARROZ, vem à Alegrete para falar sobre o mercado internacional e os cenários da exportação do arroz, como garantidor de um mercado mais seguro e menos aviltado para os orizicultores. Ele é produtor de arroz há 35 anos e de Soja há nove anos. Alexandre Velho tem longa participação associativista tendo sido Presidente da Associação de Arrozeiros de Mostardas de 2012 a 2016. Foi vice presidente da Federarroz de 2016 a 2019. Posteriormente assumiu a Presidência da Federarroz em 2019. É membro do Conselho do IRGA, membro da Comissão de Extensão e Pesquisa do órgão, membro da Comissão de Política Institucional do IRGA, membro do Conselho da Cooperativa Palmares além de ser membro do Conselho do Senar/RS, bem como membro do CAE e do Conselho externo da Embrapa Arroz e Feijão de Goiânia.

O novo cenário mercadológico e perspectivas deste novo filão de exportação do excedente, e o complexo mercado internacional do arroz longo/fino produzido no Rio Grande do Sul bem como o cenário do Cone Sul, estarão na pauta desta palestra e debate junto aos produtores. Portanto, um painel com grande expectativa junto ao público. É um defensor da rotação de culturas e integração da produção de grãos para suprir às sazonalidades do mercado internacional do arroz.

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